terça-feira, 2 de outubro de 2012


Para meditação nossa, amados pastores, no "Dia do Pastor Congregacional".



Não se Contente com sua Pregação Medíocre 
Paul Tripp
  
Nosso evangelho não chegou até vós tão-somente em palavra, mas, sobretudo, em poder, no Espírito Santo e em plena convicção. 
1 Thess 1.5

Quero examinar um lugar onde há demasiada mediocridade na igreja de Jesus Cristo: a pregação. Por cerca de 40 finais de semana por ano eu estou com alguma parte do corpo de Cristo em algum lugar do mundo. Muitas vezes, não sou capaz de sair no sábado e, por isso, vou assistir ao culto da congregação local (quando não estou programado para pregar). O que estou prestes a dizer provavelmente vai me encrencar, mas estou convencido de que precisa ser dito. Estou triste e angustiado por dizer isso, mas já estou cansado de ouvir palestras teológicas chatas e mal preparadas, dadas por pregadores não inspirados, lendo manuscritos, e tudo isso feito em nome da pregação bíblica.

Não estou surpreso que as mentes das pessoas divaguem. Eu não estou surpreso que as pessoas têm lutado para se manter atentas e despertas. Estou surpreso que mais não têm. Eles têm sido ensinados por alguém que não trouxe as armas apropriadas para o púlpito, a fim de lutar por eles e com eles. A pregação é mais do que regurgitar seu comentário exegético favorito, reformular os sermões de seus pregadores favoritos, ou remodelar as notas de uma de suas aulas favoritas do seminário. É trazer as verdades transformadoras do Evangelho de Jesus Cristo de uma passagem que foi devidamente compreendida, convincentemente e praticamente aplicada, e entregue com a ternura envolvente e a paixão de uma pessoa que foi quebrantada e restaurada pelas verdades que ela irá comunicar. Você simplesmente não pode fazer isso sem a devida preparação, meditação, confissão e adoração.

Simplesmente não dá para você começar a pensar em uma passagem pela primeira vez no sábado à tarde ou à noite e dar o tipo de atenção que ela precisa. Você não será capaz de compreender a passagem, de ser pessoalmente afetado e de estar preparado para dá-la aos outros de uma forma que contribua à contínua transformação deles. Como pastores, temos que lutar pela santidade da pregação, ou ninguém mais o fará. Temos que exigir que os afazeres do nosso trabalho permitam o tempo necessário para se preparar bem. Temos que arranjar tempo em nossas programações para fazer o que for necessário para cada um de nós, considerando nossos dons e nossa maturidade, estejamos preparados como porta-vozes para nosso Rei Salvador. Não podemos acomodar com padrões que denigram a pregação e degradem a nossa capacidade de representar um Deus glorioso de uma graça gloriosa. Não podemos nos permitir estarmos muito ocupados e distraídos. Não podemos estabelecer padrões baixos para nós mesmos e para aqueles a quem servimos. Não podemos nos desculpar e acomodar. Não podemos nos permitir espremer mil reais em preparação em poucos centavos de tempo. Não devemos perder de vista Aquele que é Excelente e a excelente graça que fomos chamados para representar. Não podemos, porque estamos despreparados, deixar Seu esplendor parecer chato e sua maravilhosa graça, ordinária.

A cultura e disciplina que envolve a nossa pregação sempre revelam o verdadeiro caráter de nossos corações. É exatamente aí que a confissão e o arrependimento precisam acontecer. Não podemos culpar as exigências de nosso trabalho ou nossa ocupação. Não podemos apontar o dedo para as coisas inesperadas que aparecem no calendário de cada pastor. Não podemos culpar as demandas da família. Temos que humildemente confessar que a nossa pregação é medíocre e que não está subindo ao patamar para o qual fomos chamados. Nós somos o problema. O problema é que perdemos a nossa admiração, e com essa perda nos acomodamos em apresentar a excelência de Deus de uma forma que não é nada excelente. Qualquer forma de mediocridade no ministério é sempre um problema do coração. Se isso o descreve, então corra ao seu Salvador em humilde confissão e abrace a graça que tem o poder de resgatá-lo de si mesmo, e, ao fazer isso, restaurar a sua admiração. 

quinta-feira, 13 de setembro de 2012





Consumo contumaz de pornografia: Sintoma sério de não salvação!

Maurício Zágari

É uma equação complicada. De um lado vivemos uma fé que impõe a abstinência sexual em todas as suas instâncias antes do matrimônio. De outro, contamos em nossas igrejas com uma enorme população de solteiros (muitos deles jovens entre 16 e 24 anos de idade), explodindo de hormônios, inundados de desejo e estraçalhados por uma curiosidade motivada por programas de televisão, filmes, músicas com poesia duvidosa e conversas com amigos – além da própria natureza humana. E aí, como se comportar no meio dessa equação? 


Fazer ou não fazer, eis a questão. Masturbar-se para segurar a onda? Morrer de culpa? Casar-se para não abrasar-se? Em meio a tantos pontos de interrogação, o jovem do século 21 encontra ao alcance da mão com uma facilidade nunca vista antes na História da humanidade um ponto de exclamação que pode soar como a solução para seus problemas: a pornografia. Basta ter um computadorzinho qualquer com um acesso chinfrim à Internet e a qualquer hora do dia ou da noite as portas do mundo do sexo se escancaram, num universo interminável de fotos, vídeos e imagens de todo tipo, para todos gostos e fantasias, que são capazes de levar os jovens cristãos a experiências extáticas mas ao mesmo tempo letais em termos espirituais.

ASPECTOS BÍBLICOS E ESPIRITUAIS

Achei curioso que, quando os organizadores da pesquisa o Crente e o Sexo do Bureau de Pesquisa e Estatística Cristã me convidaram para escrever sobre as conclusões dela, me foi dito que a coisa entre os jovens não estava tão feia assim quanto no aspecto geral da Igreja. Só que, ao pegar os dados para analisar, a realidade que se descortinou ante meus olhos não foi nada serena: foi aterradora. Biblicamente, extremamente preocupante. Os resultados mostram solteiros (jovens ou não) doentes espiritualmente e entregues à pornografia em todos os seus aspectos.

Para compreendermos o porquê de os resultados serem assustadores, temos de ir a passagens como Gálatas 5.19-21a, onde encontramos as obras da carne descritas por Paulo:

Ora, as obras da carne são manifestas: imoralidade sexual, impureza e libertinagem; idolatria e feitiçaria; ódio, discórdia, ciúmes, ira, egoísmo, dissensões, facções e inveja; embriaguez, orgias e coisas semelhantes.

Algumas dessas obras da carne estão diretamente associadas ao consumo da pornografia e suas implicações naturais – as ações físicas que ela provoca, como a masturbação, e as disposições de alma, como as que veremos a seguir. A saber, a impureza (do grego akatharsia, que significa impureza moral) e libertinagem (do grego aselgeia, que significa licenciosidade, lascívia, devassidão), segundo a tradução da Nova Versão Internacional (NVI). Vejamos então a definição exata que o dicionário estabelece para cada um desses termos:

● Impureza – aquilo que tem mistura; que não é límpido. Ou seja, impureza moral é algo moralmente poluído, cujos conceitos de certo e errado estão contaminados, alterados. Logo, é algo que não é santo.

● Libertinagem – característica do libertino, que é quem revela um comportamento moralmente desregrado, centrado nos prazeres sexuais, com propensão para a sensualidade e a depravação de costumes.

Ou seja, o cristão que faz uso da pornografia necessariamente manifesta em sua vida uma moral poluída; seus conceitos de certos e errado estão contaminados e ele revela um comportamento moralmente desregrado, centrado nos prazeres sexuais, com propensão para a sensualidade e a depravação de costumes.

Bem, alguém poderia perguntar, mas qual é o grande problema disso? Por que o drama? A resposta está no versículo 21:

“Aqueles que praticam essas coisas não herdarão o Reino de Deus”.

Ou seja, eis o porquê de as conclusões da pesquisa serem aterradoras: o uso contumaz da pornografia denota um caráter naquele que se diz ser cristão que é inconsistente com a prática de pessoas salvas, justificadas, regeneradas pelo Senhor Jesus Cristo. Logo, o uso costumeiro de pornografia pode ser um sintoma sério de não salvação.

Ou seja: o consumo contumaz de pornografia pode ser um forte indicador de que muitos dos membros de nossas igrejas estão indo para o inferno. E ninguém se dá conta disso. Nos nossos dias, acredita-se que o mercado de DVDs, fitas VHS e canais de TV a cabo pornô movimente cerca de 14 bilhões de dólares no mundo – equivalente às vendas anuais de armamentos dos Estados Unidos. Tenho 39 anos. Lembro claramente que, na minha juventude, o único acesso à pornografia eram as chamadas “revistinhas de s...”, adquiridas com muita dificuldade e traficadas com avidez entre os jovens espinhentos nas escolas. Filmes pornôs em cinema, nem pensar, ser barrado na porta era certeza – salvo se fosse escorregado um bom dinheiro ao porteiro. Locadoras de vídeo eram algo incipiente e as seções de filmes do gênero ficavam em áreas à parte (e quem tinha coragem de chegar ao balconista e pedir para alugar?). Sim, no período pós-ditadura e ainda sob os auspícios da censura federal ter acesso à pornografia era uma arte de difícil execução. Nesse sentido, o jovem cristão estava bem protegido e blindado das tentações de ter acesso a qualquer tipo de material. Se o rapaz ou a moça conseguiam passar pelo namoro em santidade, não seria um material gráfico ou audiovisual que seria um grande problema à sua comunhão com Deus. Mas os tempos são outros.

Fonte: BEPEC - www.bepec.com.br


A Internet mudou tudo. Agora, qualquer cristão ou não, em qualquer quarto do mundo, com um clique consegue ter acesso a qualquer tipo de pornografia. E qualquer significa qualquer mesmo: pedofilia, zoofilia, lesbianismo, sexo grupal, relações homoeróticas, coprofilia... tudo o que se possa imaginar. E a pesquisa mostra algumas das consequências dessa facilidade: 66,54% dos jovens evangélicos solteiros confessaram que se masturbam regularmente.

Se isso passou batido, vou repetir: 66,54% dos jovens evangélicos solteiros que você encontra na sua igreja se masturbam regularmente. Isso significa mais de dois terços.

E é algo grave, uma vez que a masturbação exige algum tipo de estímulo, seja visual, auditivo ou imaginário. Então a primeira constatação é que a facilidade de acesso aos meios de pornografia estão sim tornando os nossos jovens masturbadores contumazes, com todas as implicações bíblicas que isso traz.

Como se isso não bastasse, é na seção “Hábitos relacionados a sexo entre solteiros evangélicos por grupos” que o quadro se revela muito mais grave com relação ao uso da pornografia por parte dos nossos jovens evangélicos. 



A facilidade do acesso pela internet se comprova ao vermos que 67,21% dos nossos jovens evangélicos com 16 a 24 anos dão suas clicadas habituais em fotos, vídeos e outras sujeiras pornográficas. E são esses jovens que logo depois estão no culto, mãos erguidas, cantando, evangelizando, liderando atividades e estudando nos seminários para ser os pastores e líderes do amanhã. Ainda assim, não vemos nas igrejas nenhum movimento específico ou dirigido no sentido de levar esses jovens viciados em cyberpornografia à contrição, a pedir perdão de seus pecados, à purificação. E como ninguém admitirá publicamente essa contradição, isso gera outro pecado bem presente nas nossas congregações: a hipocrisia – pessoas que pregam algo de púlpito mas que na solidão de seus quartos praticam o oposto. 

Fonte: BEPEC - www.bepec.com.br

A coisa não está boa. A situação quanto ao uso de pornografia é grave e está presente nas igrejas. Não é uma ameaça contra a qual devemos nos preocupar como algo que pode acontecer: já acontece, já está presente e já causa danos gravíssimos na vida espiritual dos nossos jovens.

A estatística sobre o consumo de pornografia pela internet diminui um pouco entre o total de solteiros evangélicos (de todas as idades) e cai para 55,50%. Agora, se essa queda soou como algum tipo de alívio, acredite: não é. Pois revela que mais da metade dos nossos solteiros são adeptos da cyberpornografia. Isso é mais da metade da membresia descasada das igrejas! Ou seja, estatisticamente, metade nos solteiros que você vê ao seu redor nos cultos vão para casa, ligam seus computadores e se conectam em fotos, videos e outras mídias eróticas. Aonde isso os leva em termos físicos, mentais e espirituais... você pode imaginar. Não admira que a espiritualidade de nossas igrejas esteja tão flácida.

Os números caem substancialmente e previsivelmente quando a coisa passa para a televisão , o DVD ou o cinema e por uma razão óbvia: a facilidade de uso da web é infinitamente maior do que nessas outras mídias. Além disso, a escolha da “programação” é bem mais ampla. Por isso, os números oscilam entre 15,40% e 17,09% (porcentagem maior entre os solteiros mais velhos, pois muitos dos mais antigos ainda preferem as antigas tecnologias). De igual modo o consumo de pornografia em revistas despencou drasticamente, para 5,12% a 6,7%, prova de que a mídia eletrônica é hoje o canal por excelência que merece a atenção maior das nossas lideranças. As antigas “revistinhas de s...” já não são tão preocupantes como TV e outras mídias e, fundamentalmente, a Internet.

Logo, pastores e líderes de jovens que querem discipular seus solteiros contra o consumo de pornografia devem voltar a esmagadora maioria de seus esforços para o universo virtual. A Internet, hoje, no que tange ao uso equivocado da sexualidade solitária entre os solteiros, é a grande vilã.

Outro dado revelador e impressionante é a prática de sexo virtual pela internet. Talvez como resultado de uma ilusão: já que você faz daí, eu faço daqui e a gente não se toca, quem sabe não é tão pecado assim? Praticamente um quarto (24,5%) dos entrevistados entre 16 e 24 anos confessaram ser adeptos desse hábito. Isso é um dado seríssimo. Pois embora seja a minoria, equivale a muita gente. Nossos solteiros estão fornicando por via virtual e achando isso normal. E aqui vale lembrar que fornicação é fornicação, não importa a maneira que é praticada. (“Porque esta é a vontade de Deus, a vossa santificação; que vos abstenhais da fornicação” – 1 Ts 4.3; “Mas a fornicação, e toda a impureza ou avareza, nem ainda se nomeie entre vós, como convém a santos” – Ef 5.3).

O que torna essa prática ainda mais grave: sexo virtual envolve outras pessoas. Ou seja: para cada um dos nossos solteiros que está pecando ao se relacionar sexualmente de modo virtual há alguém do outro lado da webcam fazendo a mesma coisa. Estamos não só pecando, mas levando outros a pecar. As estatísticas mostram que, em vez de estarem distribuindo folhetos evangelísticos, nossos jovens solteiros estão distribuindo suas vozes e seus corpos para a lascívia de almas que já estão espiritualmente destroçadas. O mesmo se aplica à frequência a chats de sexo. Ou seja, o sexo está sendo praticado pelos nossos jovens solteiros em nível mental, verbal e, naturalmente, espiritual. O que é importante repararmos é que 26,47% dos jovens solteiros cristãos frequentarem chats onde fica se falando de sexo (e, lógico, esimulando-se a imaginação e, quem sabe, travando contatos com pessoas que mais tarde os levarão a motéis) está longe de ser um dado leve ou que nos dê alívio. É muita gente! É uma parcela muito expressiva da Igreja de Jesus Cristo. Devemos olhar esses numeros com muita preocupação.

Fonte: BEPEC - www.bepec.com.br

Por quê? Pois, com isso, o nosso papel de sal da terra e luz do mundo vai pelo ralo abaixo. Só resta a uma enorme parcela daqueles que frequentam as nossas igrejas ser lançada fora e pisada pelos homens. É uma triste realidade, mas é a que a pesquisa está revelando.


CONCLUSÕES

A pornografia é um polvo assassino com muitos tentáculos: revistas, DVDs, Internet. E essa besta invadiu as nossas igrejas. Não, não está à porta nos ameaçando. Já invadiu e já está agarrando nossos solteiros, tornando-se uma das grandes causas de distanciamento entre milhares de almas e o Deus Santíssimo.

É motivo de grande preocupação para pastores e líderes. Grandes eventos, mega louvorzões e raves gospel não curam esse mal. É hora de nos perguntarmos: será que o modelo entretenedor que temos usado nas nossas igrejas está conduzindo nossos solteiros (especialmente os jovens) a estar próximos de Deus? Falta leitura bíblica. Falta oração. Falta jejum. Faltam as disciplinas básicas da fé cristã. Um solteiro que jejua treina a controlar sua carne. Um jovem que ora aproxima-se do Espírito e, assim, distancia-se da carne. Ler a Palavra, então, é o remédio dos remédios para qualquer doença da alma.

Mas nossas igrejas estão muito preocupadas em “ganhar almas” e depois em “preservar essas almas na igreja”, seja com shows gopel ou atividades do gênero. Mas a pesquisa mostra que isso não está gerando frutos. Os resultados do modelo que nossas igrejas têm adotado são deficientes. Organizar show dessa ou daquela banda de rock gospel da moda com uma palavra bíblica no meio não está gerando resutados sólidos.

Pastores e líderes precisam resgatar disciplinas que podem até soar antiquadas e podem arrepiar os mais emergentes, que amam uma contextualização. Mas a contextualização da mensagem do Evangelho por si só não gera santificação. Temos que voltar às bases, aos fundamentos. Ensinar o que é pecado. Quais são suas consequências. Voltar a ensinar aos jovens que ser cristão é tomar a cruz e seguir Jesus. É renunciar. É muitas vezes sofrer pela causa do Evangelho. Temos ensinado boas-novas água com açúcar e os resultados estão nos números da pesquisa. O temor saiu pela janela.

A pornografia não é algo novo, é velha como o tempo. O registro mais antigo de um objeto representando o nu é uma peça esculpida em calcário por volta do ano 30.000 a.C., encontrada na Áustria. O pêndulo da busca pelo estímulo erótico e seu refreamento pelos princípios da fé passa por todas as etapas da História: pela opressão sexual da Idade Média, pelo afrouxamento do controle religioso da Renascença, pelo decoro bíblico da Reforma, pelos libertinos da França do século 18, pela revolução pornográfica que a invenção da fotografia gerou no final do século 19, pela explosão de filmes pornôs já em 1896 (apenas um ano após a primeira exibição cinematográfica no mundo), pela censura dos anos 30 e 40 nos EUA, pelos hippies nos anos 60 e as manifestações por mais liberdade sexual, pela invenção do videocassete e a consequente explosão da indústria pornô... até os nossos dias. Tudo isso mostra que a pornografia é um inimigo indestrutível. E que hoje ganhou força máxima, com as facilidades da Internet, das webcams, dos chats, da quebra das barreiras.

Diante disso, que faremos? Que cada pastor, cada líder, cada jovem solteiro responda, pois um dia estaremos diante do Criador e teremos de prestar contas de cada palavra e ato que fizemos ou deixamos de fazer nesta vida. Que Deus nos ajude a todos.





Fonte: http://www.genizahvirtual.com/2011/07/consumo-contumaz-de-pornografia-sintoma.html#ixzz26MzT1Nwh
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segunda-feira, 3 de setembro de 2012


16 Anos de Fundação da IEC Cabula

“Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo”. (Filipenses 1:6)




Durante 16 anos Deus tem nos honrado em diversas áreas: Formamos alguns líderes, que estão a serviço do Reino; Executamos Projetos de Plantio de Igreja em parcerias em Barreiras, Norte de Minas e estamos atuando no campo de São Félix; Temos tido fidelidade em honrar a fraternidade denominacional; Tivemos várias conversões e batismos além de Consagrarmos vários diáconos, presbíteros e pastores no longo desses anos. Sem contar, as mudanças sociais e urbanas que o Bairro sofreu no longo desses anos, e que tem nos levado a um processo de adaptação, contextualização e aprendizagem continuo.

Refletindo sobre o aniversário de nossa Congregação, gosto de olhar não apenas pra sua história passada, mas as expectativas de futuro. Esse trabalho sempre ultrapassou as diversas fases. Hoje sobrevêm novos desafios? Quais são os próximos desafios para 10 anos? E qual o seu sonho enquanto membro dessa Igreja no futuro próximo?

Acredito na Unidade e Oração como arma para desenvolvermos o crescimento e o avanço de nossa Igreja.

Manuel Neto, pastor


sábado, 1 de setembro de 2012

Vale tudo?



"Bom é não comer carne, nem beber vinho, nem fazer outras coisas em que teu irmão tropece, ou se escandalize, ou se enfraqueça". 
Romanos 14:21






A imagem acima causou (e ainda está causando) muita polêmica nesses últimos dias. Trata-se de um convite para o culto “Quarta Louca por Jesus”, da Igreja Missão Evangélica Praia da Costa, em Vila Velha, no Espírito Santo. Nela, o pastor Lúcio Barreto, da Igreja Batista da Lagoinha, aparece “cheirando” a Bíblia, em uma situação análoga ao consumo de cocaína.

O pastor presidente da Missão Evangélica Praia da Costa, Simonton Araújo, falou ao site G1 sobre a polêmica em torno da foto do convite: “O pastor Lucinho tem um projeto especial com a juventude. A ideia da imagem é mostrar que a Bíblia dá mais prazer do que qualquer droga. Nosso objetivo não é alcançar os já cristãos. É alcançar os que estão longe.” Entre as críticas e condenações já esperada de alguns, que pensam que a foto associa o evangelho aos vícios, como as drogas e elogios e defesa de outros, quanto a criatividade do convite, fica a pergunta: há limites para essa “contextualização do evangelho”?

Me foi dado o privilégio de lecionar a matéria de “Teologia Bíblica de Contextualização” no Curso de Plantio de Igrejas, capitaneado pelo INTECON, que está sendo ministrado na IBMI e estamos discutindo justamente isso. Com base em palavras do próprio Jesus (como em Mateus 24.14) e comparando momentos diferentes da proclamação do evangelho feito pelo apóstolo Paulo (cf. Atos 9.19-22 e 17.16.31), verificamos que o limite dessa contextualização está no público alvo dela. O missionário, pastor, irmão em Cristo Jesus, deve fazer o possível para que a mensagem da vida e obra de Jesus chegue de maneira relevante, prática e inteligível a quem está ouvindo.

Jesus falou por meio de parábolas campestres, quando seus ouvintes eram agricultores, mas usou linguajar mais rebuscado ao tratar com os mestres da lei; Paulo soube se reportar tanto a judeus quanto a gentios; precisamos falar com jovialidade aos jovens, mas com paciência, cuidado sem deixar o bom humor com os mais velhos; simplificar as ações aos mais humildes e rebuscar, quando preciso aos mais favorecidos, sem deixá-los de lado.

Porém, conforme o texto que abriu essa nossa explanação, não nos esqueçamos do nosso contexto cultural e de que existem pessoas, dos crentes mais tradicionais aos incrédulos mais pós-modernos, que não entenderão algumas das nossas atitudes, por melhor que sejam as intenções. Nós brasileiros, não estamos preparados, por incrível que pareça, para qualquer tipo de atitude dos “crentes”. As pessoas ainda esperam que tenhamos um jeito diferente de ser. Isso não é ruim e nos impõe a grande responsabilidade de “não comer carne, nem beber vinho, nem fazer outras coisas em que teu irmão tropece, ou se escandalize, ou se enfraqueça”, mesmo que todos a nosso redor o façam.

O resultado do convite do Pr. Lucinho, na tiragem polêmica, são críticas ácidas, trocadilhos e piadas em diversos meios midiáticos (devo confessar que esbocei um sorriso quando postaram a foto e legendaram “ao pó voltarás”!). Mas espero que os amados irmãos da Missão Evangélica Praia da Costa e o Pr. Lucinho, não se abatam com o resultado e consequências do seu criativo convite. Que possam continuar a levar mensagens relevantes aos jovens (seu público alvo), com criatividade, mas pedindo orientação e discernimento ao Espírito Santo para evitar constrangimentos.

Pr. Diógenes Cardoso

P.S.: Abaixo o link do vídeo com a resposta do Pr. Lucinho. Tire suas próprias conclusões e deixe o julgamento pra Cristo, hein?!

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Cristo colhe mais uma flor do seu jardim: Pr. Antônio Serafim de Sousa

Pr. Serafim, 1o. em pé, da direita para a esquerda, durante a posse do Pr. Alexsandro Silva, na IEC de Vitória da Conquista.



Preciosa é aos olhos do Senhor a morte dos seus santos”. Salmo 116:15

 Prezados, 

 É com pesar que comunicamos o falecimento do nobre colega, Pr. Antonio Serafim de Sousa, pastor, missionário aguerrido, homem de Deus, sempre zeloso com as coisas do Senhor, pastoreou a IEC Vitória da Conquista por mais de 10 anos e fez uma expansão missionária que hoje colhemos os frutos do seu trabalho. Com dois campos em Cáscavel, Ibicoara-BA e uma congegação aqui na cidade. 

 Quando assumi a igreja a pouco mais de um ano tive a oportunidade de conhecer sua vida e obra e confesso que cada visita ficava surpreso da grandeza do nosso Deus em usar seus servos. 

 Partiu nesta madrugada, com 83 anos, devido as complicações que estava em sua saúde. 

 Fica aqui nosso registro de sentimentos aos familiares e ao mesmo tempo a certeza que um dia estaremos para sempre com o Senhor e veremos nosso amado irmão. 

 O velório está acontecendo nas dependências da Igreja Bíblica Congregacional Morada dos Pássaros, a pedido do seu filho, que é membro de lá, e vinha acompanhando o pai no hospital, em seus últimos momentos. 

 Endereço: Av. Pedro Francisco de Moraes Filho, n.588, Morada dos Pássaros, Vitória da Conquista. 

  Saudações, 

Pr. Alexsandro Silva
IEC Vitória da Conquista
Tel.: 77-34273663 / 88444823
e-mail: alexgeisa@yahoo.com.br
site: http://iecconquista.no.comunidades.net/

quarta-feira, 1 de agosto de 2012


157 Anos de História no Brasil



“Não por força nem por violência, mas sim pelo meu Espírito, diz o SENHOR dos Exércitos”. (Zacarias 4:6)


Rev. Robert Reid Kalley
D. Sarah Kalley


De fato é uma história linda essa do Congregacionalismo no Brasil. Uma história marcada por desafios, perseguições, conquistas e implantação de Igrejas. Robert Reid Kalley deixou um grande legado de apostolado em terras brasileiras. Passaram-se 157 anos, o que vamos deixar de legado para os próximos anos? Quais são as marcas que queremos deixar em nosso povo brasileiro?

Não queremos diluir a doutrina, usando de mecanismos antibíblicos para crescermos numericamente, nem tão pouco usar de proselitismo denominacional, o que devemos e podemos é agir um pouco mais de forma enérgica e evangelística. Precisamos alcançar cada canto desse país, buscar salvar vidas, libertar famílias inteiras com o evangelho da graça de Cristo.

Penso que estamos diante do desafio de continuar uma história linda de evangelização neste país, crescendo e multiplicando nossas Igrejas. Podemos até 2018 ultrapassar a marca de mais de 200 mil congregacionais e Mil Igrejas, só dependerá do seu desejo de fazer história, fazer uma grande história.                   



Manuel Neto, pastor

Celebração do Dia da Denominação - 18 de agosto de 2012


Na tarde do dia 19 de agosto de 1855, D. Sarah Kalley iniciou uma classe de escola bíblica dominical, contando a história do profeta Jonas para 5 crianças, louvando e orando a Deus, na cidade de Petrópolis-RJ. Esta data marca o início do trabalho evangelístico do casal Robert e Sarah Kalley e comemorado como o Dia da Denominação, quando a Igreja Evangélica Congregacional no Brasil celebra o início do trabalho pioneiro protestante e permanente para brasileiros.

No sábado, 18 de agosto, na Igreja Evangélica Congregacional na Federação, estaremos juntos, enquanto igrejas e congregações da região, celebrando 157 anos de muita evangelização, unidade e amor a Deus! Contamos com sua presença!

Sábado, 18 de agosto, 19hs, na IEC da Federação - Rua Jardim Federação, 38 - Federação, Salvador - BA,  (0xx)71 3237-4258.

quarta-feira, 25 de julho de 2012


“Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma? Ou que dará o homem em recompensa da sua alma?”. (Mateus 16.26)

A alma é o maior tesouro que o homem possui. Ela é eterna e não morre com o corpo. De acordo com a Bíblia, a alma só tem dois destinos; o céu e o inferno. Jesus fala da importância da alma, ao ensinar que ainda que o homem ganhasse o mundo inteiro e perdesse a sua alma, de nada lhe adiantaria.
As perguntas de Jesus faziam os homens pensarem e levava-os a uma decisão.

Qual é a principal razão da existência da Igreja aqui na terra? É ver almas salvas. E o valor de uma alma é maior do que qualquer valor humano.
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Neste versículo, Jesus deixa duas perguntas usando uma regra de comparação:

1. Compara o valor da alma com o valor do mundo;
2. Compara o valor da alma com qualquer coisa que se possa pagar.

A minha convocação é que através dos PGs e o seu testemunho tenhamos mais vidas alcançadas nesses próximos meses.
Jesus já pagou o preço por cada alma, precisamos alcançá-las.

Manuel Neto, pastor